Essas semanas estão sendo quase impossíveis. Os trabalhos vão brotando do nada (quase como as baratinhas) e as provas sendo marcadas. Espero dar conta e ir bem em tudo. Tenho muito medo de falhar... Sim, eu me cobro demais.
Faz tanto tempo que eu não leio um livro! Ultimamente tem me dado vontade de ler Shakespeare, só não sei qual. Hamlet ou Othelo, de novo? Mas também tenho vontade de começar a ler Emma da Jane Austen. O único problema é o tempo, mas isso a gente acha.
Quero ver filmes antigos e poder falar com traquilidade sobre eles. E o vento levou, Casablanca, Crepúsculo dos Deuses... Tenho todos, mas nunca parei para ver. Sim, sou uma pessoa relapsa.
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Uma coisa que tem me deixado muito triste é ver como um professor pode ser tão... tão... falca. Tudo o que ele passa está na internet. Como alguém assim pode pedir um trabalho com referências bibliográficas e tudo o mais se, nem o próprio, o faz em seus textos? Estou desapontada. Eu o tinha como um grande professor. Como um cara inteligente. E agora? O que acontece?
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Me rendi. Por pressão (ou quase) fiz o meu twitter. Sigam-me os bons!
terça-feira, 5 de maio de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Minha essência

Gosto de dançar desde pequena. Segundo minha mãe, eu fazia as minhas apresentações em cima de um urso de pelúcia que o meu avô me deu. Mas acredito que eu era um pouco melhor no chão mesmo. Não lembro muito dessa época, mas para que servem as foto, não é mesmo? Acho que foi a partir daí que minha mãe resolveu me botar no ballet. E me arrependo até hoje de ter saído.
A minha professora era maravilhosa. Todas tinham medo dela devido aos seus métodos nada ortodoxos. Mas a minha admiração superava o medo. Ela era a bailarina perfeita. A minha Ana Botafogo. E foi ela quem me ensinou a ter uma boa postura. Bem, às vezes.
O ápice da minha época de bailarina foi a minha apresentação no Teatro João Caetano. Eu era uma estrelinha e a música era a de um segmento do filme Fantasia da Disney. Saudade. Depois de lá, por uma série de episódios, eu perdi a vontade de fazer ballet.
Não consegui ficar muito tempo parada. Mas a minha escolha dessa vez foi o Jazz. Só não posso dizer que foi a melhor coisa que eu fiz. A professora era o oposto da minha bailarina preferida. Se achava a melhor e não tinha respeito nenhum por suas alunas. Não durei muito por lá.
Sempre que vejo algo relacionado ao Ballet me dá uma certa nostalgia. Um aperto no peito e uma vontade de chorar. Não posso ver Billy Elliot ou alguma apresentação sem me emocionar. Quem sabe um dia eu não realizo o meu grande sonho de chegar na sapatilha de ponta?
A minha professora era maravilhosa. Todas tinham medo dela devido aos seus métodos nada ortodoxos. Mas a minha admiração superava o medo. Ela era a bailarina perfeita. A minha Ana Botafogo. E foi ela quem me ensinou a ter uma boa postura. Bem, às vezes.
O ápice da minha época de bailarina foi a minha apresentação no Teatro João Caetano. Eu era uma estrelinha e a música era a de um segmento do filme Fantasia da Disney. Saudade. Depois de lá, por uma série de episódios, eu perdi a vontade de fazer ballet.
Não consegui ficar muito tempo parada. Mas a minha escolha dessa vez foi o Jazz. Só não posso dizer que foi a melhor coisa que eu fiz. A professora era o oposto da minha bailarina preferida. Se achava a melhor e não tinha respeito nenhum por suas alunas. Não durei muito por lá.
Sempre que vejo algo relacionado ao Ballet me dá uma certa nostalgia. Um aperto no peito e uma vontade de chorar. Não posso ver Billy Elliot ou alguma apresentação sem me emocionar. Quem sabe um dia eu não realizo o meu grande sonho de chegar na sapatilha de ponta?
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Buenas!
Um novo blog para novos acontecimentos numa vida nova. Estou mais velha, passei para uma faculdade federal e moro em um lugar diferente. Certas coisas não mudam, como a minha banda favorita ou minha escola de samba. Ainda amo Los Hermanos e sou Mangueira até morrer. Tenho uma mãe artista quase formada na UERJ, um paidrasto jornalista e avós que amo. Tenho um namorado músico e amigas doidas e lindas. Isso não mudou. Mas outras mudam. Como já disse, passei para a faculdade. UFF, mais precisamente. É um mundo novo com pessoas diferentes. Além disso, moro em Vila Isabel, terra de Noel e do Morro dos Macacos. Agora tenho uma cachorrinha intelectual chamada Pagú. Mais arteira não há. Puxou a mãe. Bem, eu mudei muito pouco. Quase nada.
Minha vida é baseada em música, filme e livro. Arte num modo geral. Sou uma britpop junkie e não vivo sem os desenhos da Disney. Na literatura, os meus clássicos. De Harry Potter à Othelo. De Laranja Mecânica à Clarissa. E, lógico, o livro que deu o título ao blog. Alice no País das Maravilhas. O livro mais doido e psicodélico que já li. Em pensar que o seu gênero é infantil. Aham, sei.
É, não sei mais o que falar para me apresentar. O blog será apresentado por ele mesmo. A medida em que eu for escrevendo. Ah sim, para eu ter um dia feliz é só ouvir um chiado de vinil, sentir o cheiro de um livro antigo, ouvir alguém falando com sotaque britânico e ouvir a chuva e sentir o cheiro de ozônio que ela traz.
Minha vida é baseada em música, filme e livro. Arte num modo geral. Sou uma britpop junkie e não vivo sem os desenhos da Disney. Na literatura, os meus clássicos. De Harry Potter à Othelo. De Laranja Mecânica à Clarissa. E, lógico, o livro que deu o título ao blog. Alice no País das Maravilhas. O livro mais doido e psicodélico que já li. Em pensar que o seu gênero é infantil. Aham, sei.
É, não sei mais o que falar para me apresentar. O blog será apresentado por ele mesmo. A medida em que eu for escrevendo. Ah sim, para eu ter um dia feliz é só ouvir um chiado de vinil, sentir o cheiro de um livro antigo, ouvir alguém falando com sotaque britânico e ouvir a chuva e sentir o cheiro de ozônio que ela traz.
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